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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Baixar AVAST FREE sem Vírus,barras,programas,Malditos

      Aqui  Vai um link Direto do Avast sem instalador "gerenciador" AVAST
 Como Baixar Programas ,Antivirus como  Avast sem instalar            

         A pergunta é como  remover o ,    Baidu,hao123,facemoods,pccelerato,Psafe.Pragas ,etc
 mas se você baixar por engando  aqui tem um Programa que uso e remover parte disso tudo ADWcleaner


fonte Altemar Carneiro

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Vírus voltam a utilizar técnica de 1986 para infectar PCs


Modificação no setor de boot dos discos cria pragas persistentes.
Técnica foi usada no Brain, primeiro vírus para PCs, em 1986.

O número de vírus programados para infectar o chamado setor de inicialização de discos de armazenamento (Master Boot Record - MBR) está crescendo, segundo um relatório da fabricante de antivírus Symantec. Nos primeiros sete meses de 2011 foi encontrada a mesma quantidade de pragas com essa capacidade do que nos últimos três anos. Mas a técnica não é nova – na verdade, ela foi usada no vírus Brain, de 1986, o primeiro vírus programado para infectar computadores do tipo IBM PC.
Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados, etc), vá até o fim da reportagem e utilize a seção de comentários. A coluna responde perguntas deixadas por leitores todas as quartas-feiras.
Infecção do MBR era comum em disquetes para disseminar os vírus. Hoje, técnica quer somente dificultar ação dos antivírus (Foto: Divulgação/SXC)Infecção do MBR era comum em disquetes para
disseminar os vírus. Hoje, técnica quer somente
dificultar ação dos antivírus (Foto: Divulgação/SXC)
A técnica pode ser ainda mais velha e ter até 30 anos. O vírus Elk Cloner, programado para infectar computadores Apple II em 1982 ou 1981, usava o mesmo procedimento. Mas há muitas diferenças entre as pragas daquela época e as de hoje.
Na década de 80 e até quase o final da década de 90, infectar o MBR (Registro Mestre de Inicialização, na sigla em inglês) permitia que a praga iniciasse sua execução junto com o computador, além de poder infectar disquetes e, com isso, se disseminar de um computador para outro. Hoje, as pragas se disseminam pela internet e o único MBR infectado é dos discos rígidos – que em geral ficam dentro do computador e não podem disseminar a praga adiante.
“A vantagem de utiliza esta técnica está relacionada ao fato de que a praga se tornará ativa e carregada na memória antes do sistema operacional, podendo ter total controle sobre ele sem que um programa antivírus o detecte”, explica Fabio Assolini, da Kaspersky Lab.
Contaminando o MBR, algumas pragas avançadas como o TDL (também chamado de TDSS e Alureon) conseguem burlar as proteções do Windows em 64 bits que impedem a execução de código em modo “kernel”. Na prática, isso significa que o vírus tem um controle maior sobre o sistema, dificultando sua remoção.
Empresas antivírus desenvolveram software específicos para lidar com pragas avançadas que se alojam no MBR (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)Empresas desenvolveram software específicos
para lidar com pragas avançadas que se alojam
no MBR (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)
Pragas não são feitas no Brasil, mas brasileiros estão em risco
Segundo o analista de vírus da Kaspersky Lab, Fabio Assolini, vírus desse tipo ainda não foram criados no Brasil, mas brasileiros podem ser infectados com pragas criadas fora do país. “Temos observado que muitos computadores no Brasil tem sido atacados pelo TDSS 4. No primeiro semestre de 2011 registramos mais de três mil tentativas de infecção da praga em diferentes computadores no Brasil”, conta o especialista.
Para eliminar o TDSS/Alureon/TDL, a Kaspersky oferece uma ferramenta gratuita chamada TDSSKiller.
Para se prevenir, o melhor é manter o sistema operacional, navegadores e plug-ins em suas versões mais recentes. Essas pragas costumam ser disseminadas por sites que exploram vulnerabilidades nesses softwares.
Na foto, computador teve “poema geek” colocado no MBR. Computador não inicia mais o sistema operacional (Foto: Altieres Rohr/Especial para o G1)Na foto, computador teve 'poema geek' colocado no
MBR (Foto: Altieres Rohr/Especial para o G1)
O que é o MBRO “Master Boot Record” ou “Registro Mestre de Inicialização”, em uma tradução livre, é um setor especial no início de mídias como CDs, discos rígidos e disquetes. Ele contém um código que dá as primeiras instruções para o computador iniciar. Em sistemas modernos, o MBR também armazena informações sobre as partições de um disco.
O vírus se aloja no MBR para ser a primeira coisa que o computador irá executar quando for ligado, o que significa que ele tem a vantagem de “sair na frente” de todas as proteções. Depois de assumir o controle do PC, o vírus executa o MBR original para dar início ao sistema operacional.
Bootkits
As pragas de hoje são chamadas de “bootkits” – uma mistura dos termos “boot” (que significa “inicialização”, a letra b do “MBR”) e o termo “rootkit”, usado para descrever pragas digitais que buscam se esconder do usuário, dos programas de segurança e até do próprio sistema operacional.
Pesquisadores da empresa de segurança eEye apresentaram um conceito de bootkit com o “BootRoot” na conferência Black Hat em 2005. O BootRoot foi especialmente criado para burlar proteções do Windows.
Segundo a empresa de segurança F-Secure, o Brain – o já mencionado primeiro vírus para PC – teria sido também o primeiro rootkit e bootkit, porque monitorava acessos do disco e camuflava sua presença – embora de uma forma muito diferente das pragas atuais.
Isso significa que, depois de 25 anos, a maior diferença nos vírus está na motivação financeira de seus criadores. As técnicas mais avançadas voltam a ser apenas uma atualização do que um dia foi usado por vírus sem nenhum objetivo destrutivo ou financeiro -- como é o caso do Brain, que era uma praga muito interessante: o nome de seus autores está no código do vírus.
*Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança digital”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página
e no meu facebook abraços...
Altemar  Carneiro fonte g1

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Qual o melhor antivírus gratuito? Veja nossa comparação

Avira 10, Avast 6.0, AVG Free Edition 2011, Microsoft Essentials 2.1 e Comodo 5.5: quem se deu melhor nos diversos quesitos?



28 de Agosto de 2011 | 15:45h
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Links da Matéria
Avast • Sandbox: o que faz essa camada de proteção extra o • Avira • Comodo • Microsoft Essentials • AVG Brasil 
Leia a matéria na integra
Esse é um dos comparativos mais complicados do laboratório digital. São muitas as variáveis. Vamos a elas. Levamos para a bancada, ou melhor para o micro de testes, cinco antivírus: o Avira 10.0, o Avast 6.0, o AVG Free Edition 2011,  o Microsoft Essentials 2.1 e o Comodo 5.5

Interface: Esse item não está diretamente ligado ao desempenho dos programas, mas pode fazer uma boa diferença no uso. Na nossa avaliação, a melhor interface é a do Microsoft Essentials. Ela é super simples e bastante intuitiva. Logo em seguida, vem o Avast que, apesar de ter muito mais recursos que o antivírus da Microsoft, ainda assim preservou a simplicidade e facilidade de uso no software. As soluções AVG e Avira estão precisando de uma renovada em suas interfaces – já estão com cara de velhinhas. Por fim, o Comodo tem um bom design, mas é meio confuso na hora de usar.
Desempenho: Aqui, avaliamos a velocidade com a qual os programas escaneiam o micro. Verificamos, também, se o antivírus atrapalha a performance do PC, roubando capacidade de processamento. Aqui, o campeão foi o Avast, seguido bem de perto pelo Avira. Os dois foram os mais rápidos na hora de varrer o sistema atrás de malwares. Foram também os que menos afetaram o desempenho da máquina. AVG e Comodo tiveram nota média nesse quesito. Já o Microsoft ficou na lanterna, com o escaneamento mais lento e com um peso maior para o computador.
Eficácia: Esse é o item em que todo mundo mais presta atenção. É nesse quesito que avaliamos a capacidade dos programas na hora de eliminar vírus e outras pragas virtuais. Mais que isso, medimos, também o grau de eficiência dos programas na hora de prevenir a entrada de ameaças no seu micro. Vamos aos resultados: o Avira ficou na frente: foi quem eliminou o maior número de pragas virtuais. Em seguida, veio o Microsoft Essentials. Em terceiro lugar ficou o Avast. AVG e Comodo ficaram na lanterna e deixaram passar um bom número de vírus e outros bichos...
Recursos adicionais: Eles podem ser adicionais, mas acabaram decidindo a disputa desse laboratório digital. Se fôssemos levar em conta apenas a capacidade de eliminar pragas virtuais, Avira e Microsoft ficariam na ponta. Mas, outros detalhes precisam entrar na conta. E aí, o Avast sobrou. Ele é quem tem a melhor integração com os navegadores de internet e com outros programas, como os comunicadores instantâneos, por exemplo. Além disso, ele traz uma tecnologia relativamente nova chamada Sandbox – que é uma importante ferramenta para evitar contaminações. Logo depois do Avast no quesito recursos adicionais, ficou o Comodo – que até traz um firewall integrado, coisa que o Avast não oferece. O AVG ficou no meio do caminho, enquanto o Avira e o Microsoft perderam vários pontos por não oferecerem praticamente nenhum recurso adicional.
Conclusão: Decisão difícil e apertada! Mas, somando pontos fracos e fortes, a escolha do Olhar Digital é o Avast. Ele venceu por conta da boa eficácia na eliminação das pragas, da ótima interface, do ótimo desempenho – ele não prejudica as outras atividades do micro – e dos recursos adicionais. Só falta mesmo ao Avast um firewall integrado. Ainda assim, podemos afirmar com certeza: ele é a melhor opção entre os antivírus gratuitos.
Como você já sabe, aqui você encontra uma análise mais detalhada dos antivírus, com muito mais informação. Aproveite para dar uma olhada numa matéria que explica o que a tecnologia Sandbox que alguns antivírus oferecem. Acesse e confira.
 ALTEMAR CARNEIRO FONTE OLHAR DIGITAL
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