HCK

Mostrando postagens com marcador Anonymous. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anonymous. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Grupo de hackers Anonymous mira expor redes internacionais de pedofilia

Iniciativa pretende criar uma base de dados global com informações sobre casos de pedofilia na rede







RIO — Mais conhecida por invadir sites ou perfis de órgãos governamentais e de empresas na internet, o grupo de hackers Anonymous agora está organizando uma operação para limpar a web e, principalmente, a chamada deep web — aquela que não pode ser acessada por buscadores como o Google e preza pelo anonimato — de redes de pedófilos. Batizada de "Operation Death Eaters" (Operação comensais da morte, em português), inspirada no nome dos aliados do bruxo Voldemort, da série de livros "Harry Potter", a iniciativa visa montar uma base de dados global com informações sobre usuários pedófilos.

De acordo com Heather Marsh, uma ciberativista que está ajudando a coordenar a operação, e que se descreve como uma "antiga amiga" dos Anonymous, a nova iniciativa visa mostrar a explosão de material com imagens de abusos de menores que vem invadindo a internet. Acredita-se que milhões de imagens de violências contra crianças circulem on-line, apesar dos casos não conseguirem reverberar na mídia de massa.
Dados do Centro Nacional para o Desaparecimento e a Exploração de Crianças em Washington, que refletem apenas uma fração do total, identificam quase 8 mil crianças vítimas de abusos na internet desde 2002, assim como 3,2 milhões de imagens pornográficas infantis, com aproximadamente cerca de 40 mil novas fotos do tipo sendo colocadas on-line a cada semana.
A nova operação do Anonymous também surge dias após a revelação de documentos secretos governamentais britânicos, encontrados no Arquivo Nacional, e que detalham comportamentos sexuais "não naturais" que aconteciam em Westminster há 35 anos. Os casos teriam sido acobertados pela baronesa Thatcher na década de 1980, quando ocupava o cargo de primeira-ministra, e por membros da família real.
— A premissa da operação também é expor o alto nível de cumplicidade, obstrução da justiça e acobertamento de uma indústria sádica a fim de mostrar a necessidade de investigações independentes — afirmou Marsh ao site do jornal "The Telegraph".
Assim, de acordo com ela, mais do que encontrar criminosos, a base de dados pretendida pelos hackers tem como objetivo mostrar redes de influências, e como casos conhecidos de abuso sexual infantil são distribuídos por essas redes.
A escala do problema já foi reconhecida pelo primeiro-ministro britânico, David Cameronc no ano passado, quando ele anunciou a iniciativa "We Protect" (Nós protegemos), incluindo novos crimes relacionados à solicitação de fotos de abusos de crianças, e a criação de uma nova unidade para investigar as redes digitais usadas por pedófilos para a troca desse tipo de material.
A base de dados proposta pelo Anonymous será hospedada no repositório on-line GitHub, e promete reunir casos globais de pedofilia, cruzando referências sobre eles com o objetivo de fechar a indústria de abuso sexual infantil, "desmantelando a sua estrutura de poder que a mantém" e "educando para a criação de uma mudança cultural".
De com acordo com o detetive Cecil Arnold, membro da força-tarefa Texas Internet Crimes Against Children (ICAC, na sigla em inglês), nos EUA, as autoridades americanas estimam que existam cerca de sete milhões de imagens identificadas de abuso infantil na internet e, dessas, apenas 40% foram devidamente rastreadas.
Ainda mais perturbador, segundo Arnold, é o fato de que cerca de 60% das novas imagens recentemente analisadas pela ICAC mostram crianças menores de 10 anos.

Pedófilos tendem a compartilhar imagens de abuso por meio redes de troca de arquivos que permitem que duas pessoas troquem vídeos ou fotos por meio de uma rede criptografada, de modo que usuários mais sofisticados possam evitar a sua identificação.
Segundo Arnold, a maioria das prisões efetuadas nesses casos são de usuários menos sofisticados, que começaram a consumir pornografia convencional, mas acabaram passando procurar por conteúdos mais pesados, incluindo pornografia infantil.
— Eles começam procurando por pornografia convencional, e então progridem até o sadomasoquismo, tortura, e, antes que percebam, dessensibilizaram a sua parte do cérebro que filtra o que esse tipo de conteúdo como sendo simplesmente errado —


afirmou ele ao "The Telegraph".

quinta-feira, 29 de março de 2012

Anonymous pretende desligar a internet no próximo sábado

Segundo especialistas em segurança virtual, ataque programado pelo grupo não vai ter as consequências esperadas.



O notório grupo de hackers identificado como Anonymous pretende interromper as atividades de toda a internet no próximo sábado (31 de março). O ato seria uma forma de protestar contra projetos como o SOPA e se posicionar contra os “líderes mundiais irresponsáveis e os bancários que estão arruinando o mundo enquanto satisfazem seus desejos egoístas”.
Um documento publicado no site Pastebin, supostamente escrito por membros da coligação hacker, afirma que a intenção não é matar a rede mundial de computadores, mas sim atacar as grandes corporações, de maneira que provoque a maior quantidade possível de danos. A Operação Blecaute 2012 pretende atacar os servidores DNS que servem como base para o funcionamento da internet, o que tornaria a maior parte dos sites inacessíveis.
A ação faz parte da operação "Março Negro", que prometia um mês inteiro de protestos contra propostas como o SOPA, ACTA e o PIPA. Embora até o momento o grupo não tenha realizado nenhuma grande ação durante este mês, a derrubada de toda a internet deve ser o suficiente para chamar a atenção das autoridades.

A opinião dos especialistas em segurança

Caso você esteja preocupado e já esteja começando a pensar em quais atividades realizar no próximo fim de semana, procure se acalmar. Empresas especializadas em segurança virtual afirmam que um ataque do tipo não teria as consequências esperadas, e é muito provável que o blecaute prometido não aconteça.
“Os hackers do Anonymous podem causar interrupções, mas elas vão ficar restritas às redes das quais as máquinas visadas fazem parte”, afirma Robert Graham, da Errata Security. “É improvável que eles consigam tirar todas elas do ar, ao menos por um período significativo de tempo. No dia do Blecaute Global, é possível que muitas pessoas nem notem o que está acontecendo”, complementa.
Apesar de estar certo da ineficiência de um ataque do tipo, Graham mostra certa cautela ao falar sobre o assunto. “Só porque eu digo que o Anonymous não pode derrubar a internet, não significa que isso não pode ser feito”, afirma o especialista em segurança no blog oficial da empresa.


Altemar carneiro fonte TM

sexta-feira, 9 de março de 2012

Depois do Chrome, Internet Explorer é hackeado em competição

Versão corrigida e mais segura do navegador da Microsoft não resistiu aos ataques dos hackers.

(Fonte da imagem: ArsTechnica)
Depois de quatro anos imune a ataques, o Google Chrome finalmente foi hackeado em uma competição anual do gênero. As falhas encontradas renderam um prêmio de US$ 60 mil aos autores da façanha e, segundo a Google, foram prontamente corrigidas.
Depois do Chrome, a segunda vítima foi o Internet Explorer. Uma versão corrigida e mais segura também foi derrotada pelos hackers. Eles foram capazes de assumir o controle total de um computador por meio da exploração de vulnerabilidades ainda desconhecidas na versão 9 do navegador, rodando em uma máquina com Windows 7 SP1.
“O que queremos mostrar com isso é que não existe um navegador 100% seguro”, explica um dos integrantes da equipe francesa que venceu o Chrome na última quarta-feira. “Mesmo que você tenha um sistema completamente atualizado, é possível comprometê-lo explorando falhas mínimas”, completa.
No caso do navegador da Microsoft, os hackers alertam que é mais fácil quebrar os seus códigos, uma vez que as áreas de segurança são menos restritivas. Eles acrescentam ainda que a versão beta do Internet Explorer 10, rodando em Windows 8, se aproximou muito das dificuldades encontradas para furar os bloqueios do Chrome, ampliando a segurança para o internauta.

Altemar Carneiro fonte  TM

Amplificação de DNS: a nova e poderosa arma do Anonymous

Como o grupo hacker vai redirecionar parte da internet para qualquer computador.
Por Nilton Kleina em 8 de Março de 2012
Quem acompanha as notícias sobre os ataques do Anonymous deve ter notado que, fora o Vaticano e a Panda Security, o grupo de ativistas hackers não está agindo com tanta frequência quanto no mês anterior, quando os protestos contra a SOPA estavam em pauta. Há quem acredite que isso tem motivo: eles estariam trabalhandopara derrubar toda a internet de uma só vez, atacando os servidores DNS.
Depois do anúncio, muita gente afirmou que isso não passava de uma brincadeira do grupo. Segundo o Arstechnica, na verdade, o Anonymous planeja algo totalmente novo, utilizando o próprio DNS como arma para dar “tango down” em qualquer máquina da rede mundial de computadores.

O procedimento

A arma é chamada de “amplificação do DNS”. Basicamente, o procedimento é o seguinte: a ferramenta “sequestra” uma parte considerável de endereços da internet, tomando como refém uma imensidão de dados que fazem parte desses sites. Em seguida, basta direcionar o ataque e enviar toda essa matéria digital para o alvo, que recebe um tráfego de centenas de gigabytes por segundo de um local desconhecido.

Imagine um montão de dados entrando no seu PC. Ao mesmo tempo.  (Fonte da imagem: Reprodução / ThinkStock)
Isso é possível graças a uma falha nos próprios servidores de DNS existente desde 2002, que permite um pedido infinito de dados a partir de um só PC – mas a brecha nunca foi consertada, já que ataques assim não eram levados em conta até agora.

Entendendo o envio de dados

Os servidores DNS são organizados de forma hierárquica: primeiro estão os nomes de servidores primários, cada um concentrando conteúdos como os domínios “.com” ou “.org”, por exemplo. Ainda mais abaixo estão os sites, como o Tecmundo e todas as outras páginas registradas no Brasil.
Para chegar a um endereço específico, a parte dos softwares que cuida do acesso ao DNS precisa de uma resposta do servidor. São duas maneiras possíveis de obtê-la: a recursiva (solicitar o acesso pelo nome, como "www.tecmundo.com.br", passando por todos os outros níveis de acesso até encontrar a página desejada) e ainterativa (com a “conversa” acontecendo diretamente entre os servidores).
Como o é o processo recursivo de obtenção de DNS, a partir dos "níveis" de domínios. (Fonte da imagem: Arstechnica)

O segundo processo é o mais comum, pois o outro gera não só a resposta certa, mas um cache que armazena todos os dados envolvidos na pesquisa. E é ai que está o problema: esse pacote de resposta pode ser muito mais pesado do que a própria página – e pode ser multiplicado, caso vários sites sejam acessados.
O truque do Anonymous seria utilizar o método recursivo em uma série de endereços, mas esconder a origem do pedido e endereçar a resposta dos servidores para um IP diferente – no caso, a pobre máquina da vítima, inundada com o tráfego de centenas de sites inteiros. Por enquanto, o negócio é torcer para que isso fique apenas no campo especulativo.

Altemar Carneiro fonte TM

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Vinte e cinco integrantes do Anonymous são presos na Espanha e na América Latina

Operação fo realizada em 15 cidades e resultou na apreensão de 250 computadores e celulares.
Reuters. Por Blanca Rodriguez - Espanha, Argentina, Chile e Colômbia prenderam na terça-feira 25 suspeitos de serem hackers ligados ao grupo ativista Anonymous, sob a acusação de invadirem sites governamentais e corporativos, segundo as autoridades.

Quatro suspeitos foram detidos nas cidades de Madri e Málaga, e polícia espanhola acusou também um deles de divulgar dados pessoais sobre policiais e guarda-costas da família real e do primeiro-ministro.

A Interpol disse que a operação aconteceu em 15 cidades e resultou na apreensão de 250 computadores e celulares. Os sites da Presidência e do Ministério da Defesa da Colômbia e da empresa elétrica chilena Endesa estavam entre os alvos dos hackers, segundo a Interpol.

O Anonymous é um grupo informal suspeito de coordenar ataques de hackers contra instituições, multinacionais e organizações governamentais de todo o mundo. "Esses ataques cibernéticos eram às vezes ações individuais, mas foram apoiados por muita gente que somou forças e conhecimentos para cometê-los", disse a polícia espanhola em nota. "Os detidos (...) tinham um elevado grau de conhecimento sobre a tecnologia da informação."

Recentemente, o grupo WikiLeaks começou a divulgar mais de 5 milhões de emails oriundos da consultoria norte-americana de análise geopolítica Stratfor, que foram supostamente obtidos por hackers ligados ao Anonymous. Na Espanha, dois dos quatro suspeitos permaneciam detidos, e os outros dois, incluindo um menor de 16 anos, foram libertados mediante fiança, segundo a polícia.

Segundo a polícia espanhola, os hackers atacaram sites de partidos, colocando dentes de vampiros nas fotos dos dirigentes. Companhias espanholas também teriam sido alvo. Além disso, eles teriam criado uma sala de bate-papo na Internet para ajudar na realização de ataques na Espanha e na América Latina.

Após as detenções, surgiram em salas suspeitas apelos para que hackers de fora da Espanha realizem ataques ao site da polícia espanhola, para que ela "não tenha dados suficientes que levem a novas prisões", segundo a nota.

Em junho, a polícia espanhola prendeu três supostos ativistas do Anonymous, por suspeitas de ataques contra alvos como a loja Playstation, governos, empresas e bancos.

Altemar Carneiro fonte TM

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Especialistas em hacktivismo criticam ações do AnonymousBR



Reprodução
Anonymous
Daniel Junqueira

Uma série de ataques do grupo AnonymousBR, que se considera uma versão nacional do Anonymous, derrubou sites de bancos na semana passada como uma forma de protestar contra a corrupção no Brasil. O grupo usou "computadores zumbis" para tirar os sites do ar com ataques de negação de serviço.

Para muitos, isso poderia ser considerada uma forma de "hacktivismo", união de hackers com ativistas. Porém, em um debate na Campus Party, alguns especialistas em ciberativismo afirmaram que as ações feitas pelos brasileiros são bastante diferentes dos Anonymous internacionais.

"Essas pessoas que se denominam Anonymous no Brasil não refletem uma posição ideológica, uma luta específica. O que a gente vê parece mais uma farra do que um protesto", afirmou Anchises de Paula, um dos fundadores do Garoa Hacker Clube, primeiro HackerSpace brasileiro. "Eles atacam sites por atacar, páginas que não têm nada a ver com nada para protestar contra alguma coisa, como a falta de ventilador na Campus Party", disse, brincando com a frequente reclamação dos campuseiros em relação ao forte calor que faz dentro do Anhembi.

Segundo Anchises, o brasileiro em geral sabe usar bem a internet e ativistas conseguem usar a capacidade dos brasileiros para divulgar ideias na rede. O que falta é o outro lado do hacktvismo - os hackers - conseguirem se unir aos ativistas para lutar por uma causa. "Pelo menos uma parcela da comunidade hacker não está sabendo fazer isso", disse.

Já o sociólogo Sérgio Amadeu acredita que as ações feitas pelos hackers brasileiros não significam muita coisa. Como exemplo, ele citou os protestos feitos pelo Anonymous após o fechamento do MegaUpload pelo governo dos Estados Unidos. O AnonymousBR atacou sites governistas brasileiros em suas ações. "Eles derrubaram o site do governo do Distrito Federal, blogueiros congressistas. Não tem nada a ver com a história. Atacaram por atacar. Quero ver derrubar o site do FBI, quero ver participar junto do protesto", criticou.

Ciberativistas brasileiros

Outra questão abordada no debate foi a participação de brasileiros em manifestações feitas pela internet. Os participantes mostraram opiniões divergentes sobre o tema: alguns defendem a mobilização dos brasileiros na rede, enquanto outros acham que não sabemos protestar.

Alberto Azevedo, do Movimento Software Livre, acredita que os brasileiros têm uma ideia errada do que é o protesto na web. "Trocar a foto do Facebook não vai combater a violência aos animais", afirmou. Anchises mostrou ter uma visão parecida. "O hacktivismo está engatinhando no Brasil. Uma parcela está criando mobilizações defendendo causas políticas, e outras pessoas não têm a mesma capacidade de mobilizar", afirmou.

Já Marcelo Branco, do site Softwarelivre.org, lembrou que muitas das manifestações que ocorreram pelo mundo, e inclusive no Brasil, começaram de protestos na web. "Ciberativismo ser considerado um militante de sofá é uma visão defensiva demais. Nos últimos 12 anos, quase todas as manifestações de rua foram feitas por pessoas conectadas à rede que usaram a internet como forma de mobilização social", afirmou. "A internet é um novo espaço de disputa e envolve tanto progressistas quanto conservadores", finalizou.

Segundo Amadeu, os brasileiros já mostraram que conseguem protestar pela web. "Quando colocamos protestos contra SOPA e PIPA nos trending topics do Twitter antes dos americanos, mostramos que sabemos nos manifestar", afirmou. Para ele, o que falta é uma mobilização maior em algumas questões.
Altemar Carneiro font OD

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Anonymous lança site para denunciar a corrupção no Brasil


Depois de derrubar sites de vários bancos (1, 2, 3, 4), os hackers do Anonymous estão lançando uma nova ferramenta para mostrar alguns documentos que conseguiram armazenar ao longo se suas invasões dos últimos meses. Conforme mostrado no perfil do Anonymous Brasil no Twitter, trata-se do Corrupção Leaks, uma página colaborativa que pede o apoio de todos os internautas.
Segundo o próprio site, todos aqueles que tiverem denúncias devem entrar em contato com os responsáveis pelo Corrupção Leaks e enviar as sugestões – mas são exigidas provas concretas sobre os temas que estão sendo abordados. Para quem quiser anonimato no envio das denúncias, o Anonymous disponibiliza um serviço chamado AnonMail. Você pode acessar o site por este endereço: http://www.corrupcaoleaks.org.

ALTEMAR CARNEIRO

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Anonymous Brasil e os ataques a bancos: será que há como as instituições se protegerem?

Hackers prometem derrubar sites de outros bancos. Especialista dá dicas de como essas instituições podem se prevenir de possíveis invasões



Anonymous (Reprodução)
Anonymous
Caio Carvalho

Você deve estar acompanhando a onda de ataques a sites de várias instituições desde o começo de janeiro, quando projetos como o Stop Online Piracy Act (SOPA) e Protect IP Act (PIPA) desencadearam uma série de protestos contra a liberdade de expressão na internet.

Um dos casos que mais repercutiu nas últimas semanas foi o fechamento do Megaupload pelo FBI, no último dia 19/01, quando o fundador Kim Dotcom e seus funcionários foram acusados de pirataria.

Em meio a tudo isso, os hackers do Anonymous se manifestaram sobre o assunto na mesma noite do fechamento do Megaupload (19/01), quando começaram a atacar e derrubar os sites de diversas organizações, principalmente do governo e da indústria fonográfica.

E um novo acordo está em andamento em mais de 50 países: o Anti-Counterfeiting Trade Agreement, ou ACTA (Acordo Comercial Anticontrafacção, para o português), que promete ser ainda mais perigoso do que o SOPA. O projeto é um tratado global mais abrangente que visa criar determinados padrões internacionais para combater bens falsificados e a pirataria virtual. Saiba mais aqui.

E o Brasil? 

Agora, tudo leva a crer que o Brasil está tomando rumos parecidos na continuação dos protestos contra a censura. Na manhã da última segunda-feira (30/01), o site do banco Itaú Unibanco foi derrubado pelos hackers brasileiros do Anonymous, após o grupo ter anunciado via Twitter que a página da instituição estava fora do ar. O Itaú ficou indisponível entre as 10h05 e 10h11 de ontem, e enfrentou vários outros momentos de instabilidade.

Na manhã de terça-feira, 31/01, foi a vez do Bradesco ter seu site invadido, também pelos hackers do Anonymous, que declararam no Twitter que "o alvo foi atingido" e que o endereço bradesco.com.br "está à deriva". O internet banking da instituição ficou fora do ar por pouco mais de duas horas, tanto para computadores quanto para celulares. De acordo com o Bradesco, o serviço chega a fazer 5 milhões de transações por dia, incluindo consultas a saldos e outras operações.

De acordo com o grupo, esses foram apenas os primeiros de uma série de futuros ataques. Amanhã o alvo será o Banco do Brasil. Na quinta-feira é a Caixa, e na sexta-feira o Santander. Os responsáveis pela queda, que comemoraram o acontecimento no microblog, lançaram uma ação chamada #OpWeeksPayment (algo como "operação semana de pagamento"), um protesto contra a corrupção e que será feito ao longo de toda esta semana. O objetivo, segundo os hackers, é apenas um: deixar um serviço de internet banking fora do ar, todos os dias, por pelo menos 12 horas.

De acordo com o Anonymous, a escolha deste período para a realização dos ataques não foi por acaso. Esta semana concentra os dias em que a maioria das empresas fazem o pagamento de salários aos funcionários e, logo, quando os sites de internet banking têm maiores demandas de acesso.

Mas como um grande site pode se proteger de ataques DDoS?

Diantes dessas informações, uma das grandes perguntas é: como proteger a segurança virtual desses sites e evitar possíveis ataques? Na visão de Flávio Carvalho, diretor de serviços gerenciados de segurança e especialista no assunto, o que temos visto nas ações do Anonymous são grandes ataques distribuídos de negação de serviço (ou DDoS, como são popularmente conhecidos), com o objetivo de tirar do ar, por sobrecarga, os sites alvo.

Flávio acredita que, como sempre, há grande divulgação em torno das ações dos hackers, mas que é possível tomar certas precauções para minimizar, ou até mesmo conter as invasões que podem ser bem sucedidas e causar danos. Contudo, vale lembrar de que a segurança procura reduzir os riscos a níveis toleráveis, pois não é possível eliminá-los completamente.

As recomendações para os bancos, neste caso, são simples. Em parceria com as principais operadoras de Telecom, deve-se monitorar de perto o tráfego de dados e ativar soluções de segurança como "black holes", para filtrar os ataques em suas principais origens. Esses ataques são distribuídos, mas sempre há origens de tráfego mais intenso, que podem ser filtradas na operadora, minimizando o impacto da invasão.

Em segundo lugar, as instituições bancárias devem optar por sistemas de prevenção de intrusos (IPSs) de grande capacidade, de modo a conseguir mapear na entrada o máximo possível de acesso indesejado. Feito isso, por fim, ativar o máximo da capacidade de servidores extras.

Como o especialista Flávio bem disse, é claro que nem mesmo o melhor aparato do mundo poderia manter um site completamente seguro e livre de ataques hackers, como os que estamos vendo aos bancos nos últimos dias. Mas já é um começo, levando em consideração a natureza da situação, que no caso envolve as contas e outros serviços bancários relacionados a quase toda a população.

Por um lado, há quem apoie a iniciativa dos brasileiros do Anonymous na marcha contra o fim da liberdade de internet, que parece não ter precedentes e nem limites com o extinto SOPA e o futuro ACTA. Por outro, acreditam que a prática dessas invasões não tem um objetivo mais concreto e fundamentado, além do fato de que isso não vai levar a nada e afetar a vida da população nacional, em especial ao que usam o internet banking todos os dias, para inúmeras transações.
 Altemar  Carneiro fonte OD

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Anonymous derruba site do banco Itaú; hackers garantem novos ataques

Indisponibilidade ocorreu durante "alguns momentos", informou o Itaú, em nota. Hackers pretendem derrubar mais serviços de internet banking
Hackers brasileiros do grupoAnonymous divulgaram nesta segunda-feira o início de uma ação para tirar do ar sites dos principais bancos públicos e privados no Brasil.

O anúncio foi feito noTwitter brasileiro dos hackers que, segundo informações, lançaram uma ação chamada #OpWeeksPayment, um protesto contra a corrupção que será feito ao longo da semana. O objetivo é deixar um serviço de internet banking fora do ar, todos os dias, por pelo menos 12 horas.

Ainda de acordo com o Anonymous, a escolha desta semana não foi por acaso, pois concentra dias em que a maioria das empresas fazem o pagamento de salários aos funcionários e, portanto, quando os sites de internet banking têm maiores demandas de acesso.

Segundo a Folha de S. Paulo, o primeiro alvo foi o site do banco Itaú, que ficou indisponível entre as 10h05 e 10h11, após a equipe do jornal realizar diversas tentativas de acesso neste período, por três conexões de redes diferentes. Entre as 10h11 e 10h20, o portal bancário passou a funcionar, mas com lentidão. O grupo de hackers comemorou a instabilidade do site em seu perfil no Twitter, além de já terem dois bancos públicos e dois privados na mira de novos ataques.

"O Itaú Unibanco informa que houve indisponibilidade em seu site durante alguns momentos hoje, mas a normalidade foi retomada em seguida. Importante lembrar que todos os demais canais eletrônicos estavam disponíveis para as operações dos clientes. Caso encontrem dificuldade, os clientes têm à disposição o telefone (30Horas), mais de 29 mil caixas eletrônicos onde podem fazer mais de 300 operações, além de toda a rede de agências, que hoje possui cerca de 5 mil unidades em todo o país”, declarou a assessoria de imprensa do Itaú em nota.
Altemar Carneiro fonte  OD

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Anonymous disponibiliza sua própria distribuição Linux

Baseado no Ubuntu 10.04, sistema operacional criado pelo grupo hacker acompanha aplicativos bastante variados.

Conhecido por atacar governos e empresas que julga culpados por se oporem à liberdade de expressão, o Anonymous agora também ataca no campo dos sistemas operacionais. Baseada no Ubuntu 10.04, foi criada uma distribuição Linux própria ao grupo que, apesar de ainda incompleta, já pode ser baixada pelos curiosos.
Entre os aplicativos que acompanham o software, estão o Comix, Emesene, Liquid War, VLC e Gwibber, além de uma suíte de segurança que inclui o Tor, TrueCrypt, macchanger e o Vidalia, entre outros. Para entrar no sistema é preciso usar o login “anon1mous” e a senha “anon”. Clique aqui para baixar a novidade.


Altemar Carneiro

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Anonymous cria página para download de músicas e filmes da Sony



Há desde a discografia completa de Pink Floyd e AC/DC a filmes como Homem-Aranha 3 e As Aventuras de Tintim.

O Anonymous está realmente insatisfeito com o fim do MegaUpload. Depois de atacar os sites do FBI e da Casa Branca, o alvo da vez é a Sony. Desde o último domingo (22/01) os usuários podem baixar músicas e filmes que pertencem à empresa a partir de uma página criada pelo grupo hacker.
O conteúdo acessível é ínfimo em relação a tudo que a companhia japonesa gerencia, mas os arquivos compartilhados respeitaram um critério bastante claro: popularidade. Há, por exemplo, a discografia de Bob Dylan, Foo Fighters e Michael Jackson, além do da banda brasileira Planet Hemp. Quanto aos filmes, só os mais recentes – a partir do ano 2000 – foram postados. Missão Impossível 4, Hitch e Peixe Grande estão entre eles.
A rigor, trata-se mais de uma provocação do que de uma operação engenhosa. Os links apenas direcionam para portais de terceiros, a partir dos quais o download é feito. Pirate Bay, Torrentz e 4shared são alguns dos serviços que oferecem os arquivos.
Não é a primeira vez que a Sony enfrenta a ira do Anonymous. Em abril do ano passado, os sites da companhia sofreram com as ofensivas do grupo, contrários à posição da fabricante de reverter o desbloqueio de seu console, o Playstation 3.
Nas últimas semanas, a equipe hacker tem intensificado suas ações. Dois acontecimentos, em especial, as motivaram: a votação, já postergada, das leis SOPA e PIPA nos Estados Unidos, que visam combater a pirataria online, e o processo que encerrou o portal de compartilhamento MegaUpload e prendeu o fundador Kim Dotcom.
Altemar Carneiro

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Grupo hacker diz que derrubou site da Justiça e de gravadora nos EUA


Ação teria sido em protesto contra a derrubada do site Megaupload.com.
Na quarta-feira, sites fizeram protesto contra leis antipirataria SOPA e PIPA.

Perfil do Annonymous anuncia os ataques virtuais (Foto: Reprodução)nesta quinta-feira (19), por meio de seus perfis no Twitter que derrubou os sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país. A movimentação é em protesto contra a derrubada do site de compartilhamento de arquivos Megaupload e a prisão de seu fundador.
Em seus posts, eles dizem que a luta é pela “liberdade da internet”.
O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, foi tirado do ar nesta quinta-feira. O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. A acusação alega que o site deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse, em um comunicado, que Kim Dotcom --fundador do site, também conhecido como Kim Schmitz—e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta-feira na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.
O Megaupload é único não somente pelo volume grande de download que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades conhecidas e músicos, que geralmente são vistos como as vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West –as celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.
SOPA e PIPA
A derrubada dos sites acontece um dia depois que diversos endereços, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.
O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.
Altemar Carneiro Fonte g1

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Anonymous relata não estar de acordo com o ataque Robin Hood

Anonymous declara não ter conduzido o ataque da AntiSec a Stratfor e posterior doação do dinheiro obtido.

(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
No último dia 25 de dezembro, ocorreu um ataque hacker à Strafor, uma empresa de inteligência global, sendo responsáveis pelo roubo de milhares de números de cartões de crédito e informações pessoais de clientes. Os envolvidos também alegaram ter obtido a lista de consumidores confidenciais da companhia.
Houve também o roubo de uma grande soma de dinheiro dos clientes, que foi doada para entidades de caridade, como a Cruz Vermelha e a CARE. A Stratfor anunciou o roubo e a invasão em seu Facebook e Twitter, embora tenha negado que a sua lista de clientes confidenciais tenha sido um dos itens divulgados pelos hackers.
A operação foi anunciada no dia de Natal, em uma postagem no Pastebin entitulada LulzXmas e foi atribuída a organização hacker conhecida como Anonymous. Agora, passados alguns dias do incidente, a Anonymous relata que essa foi uma atividade da AntiSec e não foi conduzida por eles em momento algum.

Anonymous nega a paternidade do crime

Na terça feira, dia 27, um representante da Anonymous, Barret Brown publicou uma mensagem afirmando que a invasão à Stratfor tinha como objetivo apenas a obtenção de 2,7 milhões de emails em seus servidores, em vez das informações obtidas. A ideia, segundo ele, era investigar uma suposta aliança contra o movimento de liberdade de informação.
Logo após a publicação do ataque, já houve outra publicação no Pastebin no qual era especificado que a Anonymous não foi a responsável pelo ataque à Stratfor. Essa suposta “confusão” ocorrida entre as ramificações da Anonymous certamente está no fato de eles não formarem um grupo organizado.
(Fonte da imagem: Wikimedia Commons)A Anonymous e suas derivadas (como a LulzSec e AntiSec) possuem uma espécie de organização interna entre os grupos, de certa forma. Eles não compõem um grupo com liderança firme, apenas compartilham os mesmo ideais, o que também não significa que utilizem os mesmos métodos e almejem os mesmos alvos.
Logo, não é realmente de se espantar que a organização principal – a Anonymous no caso – não tenha coordenado tal ataque por parte da AntiSec. Ainda mais porque um ataque desse tipo não leva a um protesto com um propósito real, visto que as organizações de caridade certamente terão que devolver as doações involuntárias.


altemar carneiro  fonte.TM

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Anonymous e Team Poison juntam forças para hackear bancos no estilo Robin Hood

Os dois grupos hackers pretendem roubar créditos das financeiras e distribuí-los para os que foram prejudicados pelos bancos.

O grupo hacker Anonymous publicou um vídeo no YouTube anunciando que estaria juntando forças com a equipe do Team Poison para uma empreitada batizada de OpRobinHood. Assim como o nome sugere, a operação tem como objetivo tomar posse do dinheiro nas contas bancárias de ricos e repassá-lo a instituições de caridade e humanitárias.
No vídeo, o grupo mostra que o alvo não são os ricos em si, mas sim os bancos, em protesto às recentes investidas e manifestações no centro financeiro de Nova York que resultou na prisão e coação de muitos manifestantes.
Os dois grupos revelam ainda que 99% de tudo que for “recuperado” dos bancos será repassado para as vítimas. Segundo eles, a ação servirá como resposta as transações abusivas com cartão de crédito que causaram o sofrimento dos menos favorecidos. A equipe está confiante de que operação Robin Hood será um sucesso e garante que aqueles que tiverem suas contas violadas serão reembolsados pelos bancos.


ALTEMAR CARNEIRO FONTE: MT

sábado, 5 de novembro de 2011

Anonymous prometeu ataque ao Facebook no dia 5/11; será que vai cumprir?

Rede social virou alvo do grupo por não respeitar a privacidade dos usuários. Hackers têm habilidade, mas será que vão cumprir a promessa?




Reprodução
Anonymous
Em agosto deste ano, um dos grupos hackers mais famosos da internet, o Anonymous, conhecido por derrubar o site da Sony e diversas páginas governamentais, prometeu derrubar o Facebook. O ataque à rede social estaria programado para o dia 5 de novembro, mas será que o grupo cumprirá a promessa?

Na época, a operação foi denominada "OP_FB" (Operação Facebook, em português) e tem como propósito "punir" a rede social por abusar da privacidade de seus usuários. Depois do anúncio, feito por meio de diversos vídeos colocados no Youtube, o grupo não tocou mais no assunto.

De acordo com informações do site Mashable, o aviso teve seu lado bom e seu lado ruim. O bom é que o grupo costuma usar as ameaças e avisos para fazer com que as pessoas pensem sobre os alvos, mas sem atacá-los de verdade. O lado ruim é que o grupo tem a capacidade e habilidade para derrubar seu novo alvo facilmente.

O dia 5 de novembro foi escolhido por ser o Dia de Guy Fawkes, feriado do Reino Unido quando se comemora a falha no plano de explodir o Parlamento Britânico e matar o rei James I, feito por alguns conspiradores, incluindo Fawkes, em 1605. Ou seja, neste dia é comemorada a salvação da vida do rei.

Mesmo que o Anonymous não ataque o Facebook, os avisos fazem você pensar na quantidade de dados de usuários que a rede de Mark Zuckerberg possui. E, você, acha que o Anonymous cumprirá a promessa de derrubar a rede social ou somente os avisos bastam? Dê sua opinião!
altemar  fonte olhar D

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Grupo hacker Anonymous usa links falsos para rastrear pedófilos Leia mais

Usando links de isca para sites clandestinos, o grupo pôde rastrear o IP dos usuários que tentaram abrir páginas com conteúdo ilegal.

Mapa com a localidade dos supostos pedófilos (Fonte da imagem: Divulgação Pastebin)
Depois de vários ataques a organizações políticas e empresas, chegou a vez da pornografia infantil passar por apuros nas mãos do grupo hacker Anonymous. Segundo a declaração deixada por representantes do grupo ontem (02/11), um botão para o Firefox com links sobre atualizações falsas em sites pornográficos foi desenvolvido para capturar o endereço IP daqueles que clicarem sobre ele.
Durante o período de 24 horas, o grupo pôde identificar o IP de 190 usuários que se interessaram e clicaram nos links, revelando a sua localização. Além disso, os hackers também disponibilizaram as autoridades um log completo com a localidade dos supostos pedófilos, além do mapa (acima) com o endereço de cada um deles.
Aqueles que hospedam o conteúdo com a pornografia infantil também estão entre os alvos do Anonymous, que tem feito o trabalho de rastrear os repositórios ilegais suspeitos de fornecer o material pedófilo através das redes anônimas do “The Onion Router”. O sistema, chamado de TOR, oferece rotas de tráfego alternativo com protocolos criptografados para manter em sigilo aqueles que as usam.


Leia mais 

altemar carneiro fonte tcm

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Hackers do Anonymous desmascaram a maior rede de pedofilia da internet Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/14639-hackers-do-anonymous-desmascaram-a-maior-rede-de-pedofilia-da-internet.htm#ixzz1bn2KS0QJ

Grupo hacker que já empreendeu ataques contra sites governamentais em várias partes do mundo diz que tirou do ar serviço que abrigava 40 páginas com material de pedofilia.


Grupo hacker retirou do ar 40 sites de pedofilia e divulgou lista de supostos utilizadores (Fonte da imagem: Divulgação)
Em comunicado, membros do grupo Anonymous afirmaram ter retirado do ar serviços que armazenavam pornografia infantil. A nova onda de ataques faz parte da chamada “Operação Darknet”, que visa o combate à pornografia infantil na internet. Além de retirar os serviços do ar, os hackers também divulgaram nomes de mais de 1,5 mil usuários suspeitos de acessarem o conteúdo.
Os ataques ocorreram na última semana e, de acordo com o texto publicado pelos hackers, derrubaram o servidor Freedom Hosting, no qual estavam hospedados 40 sites com pornografia infantil. O grupo teria alertado aos mantenedores do serviço para que deletassem seu conteúdo e, como isso não ocorreu, realizaram o ataque.
A principal baixa no lado dos pedófilos foi a derrubada de um site que, de acordo com o Anonymous, continha mais de 100 GB de conteúdo envolvendo pedofilia. Após ser retirado do ar, o Freedom Hosting restabeleceu todo o material por meio de restauração de backups, mas novamente foi derrubado e passou a ser considerado o “inimigo número 1” da Operação Darknet.
Freedom Hosting é um servidor que usa o domínio .onion para ser acessado. Esse tipo de domínio garante certa privacidade para quem o utiliza, porém, só pode ser acessado via rede TOR. No comunicado, o Anonymous informa que sua demanda é bem simples, pedindo apenas para que seja removido “todo o conteúdo de pornografia infantil de seu servidor”, e avisa ainda que o alvo da operação não é apenas o Freedom Hosting, mas sim “cada um na internet”.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/ataque-hacker/14639-hackers-do-anonymous-desmascaram-a-maior-rede-de-pedofilia-da-internet.htm#ixzz1bn3Cv8nI

altemar carneiro  fonte tec

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Anonymous criam ferramenta para invadir Trending Topics do Twitter


Anonymous criam ferramenta para invadir Trending Topics do Twitter


Objetivo do software, segundo o grupo, não é hackear e, sim, espalhar, as mensagens de protesto por todo o mundo




O grupo de ciberativistas Anonymous - que usa a internet para divulgar informações confidenciais de governos e empresas - lançou uma nova ferramenta para invadir os Trending Topics do Twitter e postar mensagens dentro dele. Por enquanto, eles divulgaram uma versão beta do software, chamado de URGE.

Em um post publicado no site oficial, o grupo afirmou que não se trata de uma ferramenta hacker, mas de uma forma de espalhar, com mais rapidez, as mensagens dos Anonymous e suas causas. “Isso vai ajudar a sensibilizar as pessoas para os problemas que estão acontecendo no mundo e mostrar a elas que existem problemas reais, além de sexo”, afirma o comunicado.

A partir de agora, assuntos como a rebelião na Síria, o plano de emprego do presidente americano Barack Obama e, quem sabe, as passeatas contra a corrupção no Brasil podem, a qualquer momento, estar no Trending Topics.
Altemar Carneiro .fonte  O,D

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Anonymous anunciam guerra cibernética contra o governo de Hugo Chávez

Grupo de ciberativistas publicou um video no YouTube convocando os cidadãos venezuelanos a lutar em prol da liberdade  Anonymous

O governo da Venezuela é o mais recente alvo do grupo Anonymous. Os ciberativistas anunciaram, por meio de um vídeo no YouTube, o início de uma guerra cibernética contra Hugo Chávez e sua política administrativa.

No vídeo, um dos integrantes do grupo internacional de hackers surge com a tradicional máscara e diz que a mensagem é dirigida ao povo venezuelano e aos demais membros do Anonymous em todo o mundo. A operação, chamada de "tempestade de papel", convoca todos os cidadãos da Venezuela a espalhar panfletos por todo o país em prol da liberdade. "Tomemos o futuro em nossas próprias mãos e comecemos a lutar contra aquilo que não é correto neste país", afirma o integrante.

Na mensagem, o ciberativista ainda ressalta que no momento em que a operação começar a dar frutos, os Anonymous deverão lançar novas ações, que também serão anunciadas online. O vídeo termina com um recado direto ao governo de Hugo Chávez: "A guerra cibernética acaba de começar".

Confira, abaixo, o vídeo completo.


Comentários


Altemar Carneiro 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Anonymous divulga protestos para o 7 de setembro

Feriado da Independência deve concentrar passeatas contra corrupção e impunidade

 (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)
Os membros brasileiros do grupo hacker Anonymous decidiram protestar contra a situação atual da política no país. A data escolhida é a mais própria possível: o feriado de 7 de setembro, Dia da Independência.
Longe dos ataques virtuais e de forma pacífica, os protestos serão organizados em forma de passeatas, com propostas para serem realizadas em várias cidades do país. A ideia é lutar contra a corrupção e a impunidade sem nenhum confronto com a polícia. Os manifestantes devem usar obrigatoriamente a célebre máscara que se tornou o símbolo do grupo, famosa pelo filme “V de Vingança”.
No site What is the plan? (que reúne os membros do Anonymous em um fórum e explica seus interesses) e no evento criado no Facebook, os manifestantes listam os pontos de encontro e até sites com preços acessíveis para a compra da máscara.

altemar Carneiro font tec
Postagens mais antigas Página inicial

Copyright © HCK | Traduzido Por: Mais Template

Design by Anders Noren | Blogger Theme by NewBloggerThemes